Bom, hoje eu vou ser direto... tah rolando uma duvida na cabeca...
o que eu devo fazer, chegar mais uma vez e soltar aquele caminhao de palavras que ambos sabem o que significam e qual o sentido ou me calar e esquecer definitivamente tudo? Me disseram o seguinte hoje: -Se voce acredita, se voce quer, vai atras! Essas palavras ecoam dentro da cabeca, ecoam pelo coracao, ecoam pelo corpo e, a duvida torna-se a maior aliada de tudo... Hoje nao houve despedida, nao houve um tchau, nao houve ate mais... Nem sei quando os meus irao encontrar com os dela novamente, nem sei se isso vai acontecer de novo em vida... Acho que esse ponto foi o que mais me fez pensar em tudo, o que mais me fez me sentir sozinho, o que nao sei por qual motivo ou razao me faz ter saudades...
Meu coracao eh cada vez mais o meu maior traidor, o meu maior inimigo e meu maior guia... Soh que dessa vez a minha razao interfere e nisso fica a duvida de como agir... Tanto que as reticencias abrem espaco cada vez mais, deixando a impressao do vago que sinto...
Complicou, fudeu, ferrou, sei lah qual foi, mas agora realmente a duvida se instalou e, qual caminho seguir para perde-la que vai decidir a traicao do coracao...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
Assim fica difícil!!!
É, parece que não tem jeito, mais uma vez ele se entregou, mais uma vez ele cometeu o crime e foi preso, mas dessa vez, qual foi o motivo do crime? Qual razão se deu pra voltar para prisão e se ver encurralado atrás das grades novamente?
Parece que ele gosta daquele ambiente, parece que aquilo o faz bem, a sociedade lá fora nem se importa com o que acontece com esse infrator, não lhe dá ouvidos, não se comove, não deixa o julgamento para encargo do júri popular...
O criminoso por sua vez, não se redime, não se afasta, procurou sim uma nova atividade no tempo de soltura, encontrou, não se adaptou, viu que não tinha graça, viu que era sem sentido, sem lógica, razão e consciência. Deu no que deu, cometeu seu crime imperfeito e agora paga pelo preço que lhe cabe, paga pelo erro que comete, paga pela dor ao invés da felicidade.
Esse prisioneiro é comum no nosso cotidiano, todos os dias milhões cometem esse crime, vários se dão bem, mas a maioria acaba refém, a maioria paga o preço do crime...
Se meu coração fosse mais forte eu jamais me veria cometendo crimes novamente, jamais seria pego de surpresa com o flagrante nas mãos, jamais reforçaria a ideia de um dia de crime perfeito e sorriso pleno no rosto.
Mas essa é a vida... cada um anda no caminho que escolhe, estão todos os caminhos ali, prontos para serem seguidos, prontos para serem trilhados, prontos para serem desvendados, um passo em falso leva você ao precipício, um passo certo leva você a mais linda paisagem... quando vamos acertar os caminhos corretos e deixar de cometer crimes? Não sei... mesmo porque, essa vida criminosa é muito mais interessante!
Parece que ele gosta daquele ambiente, parece que aquilo o faz bem, a sociedade lá fora nem se importa com o que acontece com esse infrator, não lhe dá ouvidos, não se comove, não deixa o julgamento para encargo do júri popular...
O criminoso por sua vez, não se redime, não se afasta, procurou sim uma nova atividade no tempo de soltura, encontrou, não se adaptou, viu que não tinha graça, viu que era sem sentido, sem lógica, razão e consciência. Deu no que deu, cometeu seu crime imperfeito e agora paga pelo preço que lhe cabe, paga pelo erro que comete, paga pela dor ao invés da felicidade.
Esse prisioneiro é comum no nosso cotidiano, todos os dias milhões cometem esse crime, vários se dão bem, mas a maioria acaba refém, a maioria paga o preço do crime...
Se meu coração fosse mais forte eu jamais me veria cometendo crimes novamente, jamais seria pego de surpresa com o flagrante nas mãos, jamais reforçaria a ideia de um dia de crime perfeito e sorriso pleno no rosto.
Mas essa é a vida... cada um anda no caminho que escolhe, estão todos os caminhos ali, prontos para serem seguidos, prontos para serem trilhados, prontos para serem desvendados, um passo em falso leva você ao precipício, um passo certo leva você a mais linda paisagem... quando vamos acertar os caminhos corretos e deixar de cometer crimes? Não sei... mesmo porque, essa vida criminosa é muito mais interessante!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Vazio
Confesso, me sinto estranho, um vazio imenso me coloca em uma posição de xeque frente a meus sonhos e coisas que determino importantes na minha vida. Uma sensação de vazio que vai se alimentando de um coração feliz, que vai tomando conta de um espaço alegre, de um espaço sonhador.
Algo que parece um cancêr, que aos poucos vai tomando conta de uma felicidade antes vivida, de sonhos que busco e luto por eles, de um olhar que tem como objetivo o sucesso. Estranho, não lembro-me de me sentir assim, algo que consome o brilho da minha alma, que se manifesta amargamente e que faz de toda alegria um sentimenso obscuro, onde a solidão parece a única coisa que me resta.
Talvez seja esse problema, a solidão, meu maior medo... talvez por ter tanto medo dela, acabo atraindo-a para perto de mim e, cada vez mais, não sei como lidar com essa situação. Está difícil suportar, está difícil encarar a realidade, está difícil aceitar o que acontece, e sei porque é tão difícil, porque eu sonho, e talvez eu sonhe demais e acabo acreditando que as pessoas sonham juntamente comigo, por isso tanta desilusão, por isso tantas coisas que não encaixam, por isso um coração aberto...
Eu queria um dia dormir e só acordar quando tudo estivesse bem, não por covardia, não por medo de encarar as dificuldades e bater de frente com todos os obstáculos impostos, mas sim por não mais aguentar a agonia que cada vez mais acaba com o meu coração, que cada vez mais toma conta de um ser que só quer ser feliz, que cada vez mais sonha com um futuro brilhante.
Eu não sei o que vai ser das pessoas, não sei quais serão as providencias ou atitudes a serem tomadas, só sei que uma dor imensa toma conta e suportá-la torna-se cada vez mais difícil, cada vez mais dolorido...
Algo que parece um cancêr, que aos poucos vai tomando conta de uma felicidade antes vivida, de sonhos que busco e luto por eles, de um olhar que tem como objetivo o sucesso. Estranho, não lembro-me de me sentir assim, algo que consome o brilho da minha alma, que se manifesta amargamente e que faz de toda alegria um sentimenso obscuro, onde a solidão parece a única coisa que me resta.
Talvez seja esse problema, a solidão, meu maior medo... talvez por ter tanto medo dela, acabo atraindo-a para perto de mim e, cada vez mais, não sei como lidar com essa situação. Está difícil suportar, está difícil encarar a realidade, está difícil aceitar o que acontece, e sei porque é tão difícil, porque eu sonho, e talvez eu sonhe demais e acabo acreditando que as pessoas sonham juntamente comigo, por isso tanta desilusão, por isso tantas coisas que não encaixam, por isso um coração aberto...
Eu queria um dia dormir e só acordar quando tudo estivesse bem, não por covardia, não por medo de encarar as dificuldades e bater de frente com todos os obstáculos impostos, mas sim por não mais aguentar a agonia que cada vez mais acaba com o meu coração, que cada vez mais toma conta de um ser que só quer ser feliz, que cada vez mais sonha com um futuro brilhante.
Eu não sei o que vai ser das pessoas, não sei quais serão as providencias ou atitudes a serem tomadas, só sei que uma dor imensa toma conta e suportá-la torna-se cada vez mais difícil, cada vez mais dolorido...
Funciona mais ou menos assim...
O carnaval, festa popular, pessoas alegres, corações a mil, diversão, farra, brincadeiras... mas, no outro lado da moeda, a escola. Aquela que teve o prestígio diminuído, aquela em que seu poeta calou-se, aquela em que a ala das baianas desfilou incompleta, onde a alegoria no final da avenida transformou-se em prantos, onde no sorriso daquela criança inocente, que com amor cantava o enredo de tanta magia, escondeu-se atrás de uma expressão de dor...
O que dizer agora para o meu público? O que dizer à minha escola? O que dizer ao meu poeta maior e aos meus percusionistas? O grito da desclassificação, onde o erro jamais foi apontado, onde o público que fazia festa na arquibancada, calou-se diante o júri, que sem pensar em quantos sorrisos ele poderia desfazer, rebaixou minha escola se mais, nem porque...
Meu mestre-sala abandonou o posto, minha porta-standart, sumiu sem dar explicações, fui largado com o samba dolente, que encantou multidões nos ensaios, que fez sorrir o poeta que o compôs, mas que não fez sorrir aqueles que deveriam, não fez sorrir o jurado principal, aquele jurado que junto comigo criou alguns sambas-enredo, aquele que certa vez me olhou como campeão e, sem enfatizar o porque, deixou minha escola na mão.
Hoje a minha escola encontrou um poeta novato, algo novo na praça, algo diferente, e até surgiu-se alguns trechos para uma poesia, mas logo percebeu-se que o enredo não é o mesmo, que o dó maior, comum de tantos outros poetas, ficava praticamente sem som, lembrando-se do tom afinado e requintado do fá menor de outro poeta que por essa compunha...
Aquele cavaco, em perfeita harmonia com violões, ganzás, tamborins e repiliques, marcados pelo som forte dos surdos, carregados pela dança magica da minha comissão de frente e, acompanhados em aplausos frenéticos e contagiantes da arquibancada, representando a comunidade orgulhosa, que tanto torce por minha escola, virou um triste carnaval...
Eu, agora, não lamento a derrota, não lamento a decepção, somente
O que dizer agora para o meu público? O que dizer à minha escola? O que dizer ao meu poeta maior e aos meus percusionistas? O grito da desclassificação, onde o erro jamais foi apontado, onde o público que fazia festa na arquibancada, calou-se diante o júri, que sem pensar em quantos sorrisos ele poderia desfazer, rebaixou minha escola se mais, nem porque...
Meu mestre-sala abandonou o posto, minha porta-standart, sumiu sem dar explicações, fui largado com o samba dolente, que encantou multidões nos ensaios, que fez sorrir o poeta que o compôs, mas que não fez sorrir aqueles que deveriam, não fez sorrir o jurado principal, aquele jurado que junto comigo criou alguns sambas-enredo, aquele que certa vez me olhou como campeão e, sem enfatizar o porque, deixou minha escola na mão.
Hoje a minha escola encontrou um poeta novato, algo novo na praça, algo diferente, e até surgiu-se alguns trechos para uma poesia, mas logo percebeu-se que o enredo não é o mesmo, que o dó maior, comum de tantos outros poetas, ficava praticamente sem som, lembrando-se do tom afinado e requintado do fá menor de outro poeta que por essa compunha...
Aquele cavaco, em perfeita harmonia com violões, ganzás, tamborins e repiliques, marcados pelo som forte dos surdos, carregados pela dança magica da minha comissão de frente e, acompanhados em aplausos frenéticos e contagiantes da arquibancada, representando a comunidade orgulhosa, que tanto torce por minha escola, virou um triste carnaval...
Eu, agora, não lamento a derrota, não lamento a decepção, somente
sábado, 5 de dezembro de 2009
o sonho, o verdadeiro sonho
Todos os dias as pessoas acordam, levantam, fazem suas obrigações, deveres, tarefas e seguem suas vidas sonhando sempre no melhor para elas, mas será que realmente pensamos no melhor para nós mesmos? Será que alguns erros nesse caminho não são cometidos e, algumas vezes são deixadas de lado coisas que podem nos fazer falta no dia de amanhã?
Pare pra pensar, será que vale a pena tanto esforço no trabalho em busca de algumas horas extras só pra ter alguns trocados a mais no fim do mês e com isso deixar de lado alguns amigos, pessoas que gostamos, muitas vezes nossa própria família...
Qual o verdadeiro sonho das pessoas? Ser rico, bem-sucedido, chegar a um cargo importante? Esses são os sonhos a serem priorizados? Esse é o motivo pelo qual vivemos? Sinceramente, se for pra viver em busca disso prefiro nem viver...
Eu realmente busco um sonho em minha vida, um sonho que está acima de qualquer dinheiro, acima de qualquer cargo de presidente, acima de qualquer capa de jornal, revista ou até mesmo entrevista na televisão. O sonho de ter o que até hoje eu não consegui, de uma família, de uma base, com amor, de carinho intenso, do verdadeiro, do real, do palpável, do sentimento.
Sonho de chegar aos últimos dias de minha vida e dizer: -Eu sou feliz por tudo que criei, por tudo que construi, e digo mais, por mais que eu não tenha bem material nenhum, eu tenho família, pessoas que me amam, pessoas que seguiram meus passos e meus valores, que são exemplo pra mim e pra qualquer outra pessoa que possa aparecer no caminho delas.
Isso sim é sonhar alto, sonhar lindo, acordar feliz!!! Eu não preciso de várias casas numéricas para ser feliz, só preciso de uma família, só preciso passar para frente o que eu aprendi, e desse sonho eu jamais vou me desprender!!!
Pare pra pensar, será que vale a pena tanto esforço no trabalho em busca de algumas horas extras só pra ter alguns trocados a mais no fim do mês e com isso deixar de lado alguns amigos, pessoas que gostamos, muitas vezes nossa própria família...
Qual o verdadeiro sonho das pessoas? Ser rico, bem-sucedido, chegar a um cargo importante? Esses são os sonhos a serem priorizados? Esse é o motivo pelo qual vivemos? Sinceramente, se for pra viver em busca disso prefiro nem viver...
Eu realmente busco um sonho em minha vida, um sonho que está acima de qualquer dinheiro, acima de qualquer cargo de presidente, acima de qualquer capa de jornal, revista ou até mesmo entrevista na televisão. O sonho de ter o que até hoje eu não consegui, de uma família, de uma base, com amor, de carinho intenso, do verdadeiro, do real, do palpável, do sentimento.
Sonho de chegar aos últimos dias de minha vida e dizer: -Eu sou feliz por tudo que criei, por tudo que construi, e digo mais, por mais que eu não tenha bem material nenhum, eu tenho família, pessoas que me amam, pessoas que seguiram meus passos e meus valores, que são exemplo pra mim e pra qualquer outra pessoa que possa aparecer no caminho delas.
Isso sim é sonhar alto, sonhar lindo, acordar feliz!!! Eu não preciso de várias casas numéricas para ser feliz, só preciso de uma família, só preciso passar para frente o que eu aprendi, e desse sonho eu jamais vou me desprender!!!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Feliz, felicidade!!!
Um bom sentimento vem se apossando de mim, um sentimento bonito, algo que me trás uma certa paz, algo que eu acredito que só me faça crescer e nada mais. Uma paz interna, uma sensação de alma limpa, de renovação do espírito e do estado de espírito, coisa que parecia meio abalada ainda a uma semana atás. Sinto-me renovado, de bem comigo mesmo e de bem com o mundo, onde a vontade maior é sair na rua abraçando as pessoas, mesmo sendo desconhecidas, pra que essas sintam o tamanho da felicidade que vai inflamando dentro do meu coração e do meu espírito!
Se hoje o mundo pudesse me ouvir eu gritaria a todos: Sorriam!!! Vivam felizes e mesmo que hajam motivos pra tristeza, por mais duros que sejam, sorriam, porque o sorriso sempre prevalece, sempre! O Sol nasce a cada dia pra nos ver sorrindo ou até mesmo pra nos fazer sorrir, basta que enxerguemos isso, basta com que cada um sinta isso e deixe que essa sensação influencie no seu dia, naquele momento, naquela situação.
Gosto de quando escrevo da forma que estou escrevendo, sem pausas pra pensar no que está sendo escrito, de forma natural, significa que estou agindo da mesma forma no meu dia a dia.
Só depende de nós mesmos sermos felizes, a chave está dentro de cada coração e a fechadura somos nós mesmos, a partir do momento que destrancamos as nossas próprias portas e deixamos a luz do Sol entrar, a felicidade acontece naturalmente, e de uma forma linda, imprevisível...
Agradeço a Deus por me fazer superar todas as dificuldades, por colocar um dia mais maravilhoso que o outro na minha vida e por me fazer forte o suficiente pra superar todas as dificuldades, todas as barreiras. Eu sou feliz e nada pode impedir minha felicidade!!!
Se hoje o mundo pudesse me ouvir eu gritaria a todos: Sorriam!!! Vivam felizes e mesmo que hajam motivos pra tristeza, por mais duros que sejam, sorriam, porque o sorriso sempre prevalece, sempre! O Sol nasce a cada dia pra nos ver sorrindo ou até mesmo pra nos fazer sorrir, basta que enxerguemos isso, basta com que cada um sinta isso e deixe que essa sensação influencie no seu dia, naquele momento, naquela situação.
Gosto de quando escrevo da forma que estou escrevendo, sem pausas pra pensar no que está sendo escrito, de forma natural, significa que estou agindo da mesma forma no meu dia a dia.
Só depende de nós mesmos sermos felizes, a chave está dentro de cada coração e a fechadura somos nós mesmos, a partir do momento que destrancamos as nossas próprias portas e deixamos a luz do Sol entrar, a felicidade acontece naturalmente, e de uma forma linda, imprevisível...
Agradeço a Deus por me fazer superar todas as dificuldades, por colocar um dia mais maravilhoso que o outro na minha vida e por me fazer forte o suficiente pra superar todas as dificuldades, todas as barreiras. Eu sou feliz e nada pode impedir minha felicidade!!!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Quer saber?
Quer saber mesmo... aaaah parei, to fora, quero distancia, pelo amor de Deus, chega de me prometer coisas que eu nao cumpro, eu nao preciso me prometer nada, so preciso parar, parar mais nada, tao facil isso...
Eu me machuco porque eu quero, meio que me humilho porque eu quero e, onde fica o meu valor? Vou dar razao ao meu orgulho, eh tao bom ser egocentrico, tao bom ser orgulhoso, me faz forte, nao que eu use isso pra pisar nas pessoas, mas eu nasci convencido, sou convencido e pessoas convencidas sao melhores, nao por serem convencidas, mas por serem capazes de perceber que elas conseguem realizar, porque batalham...
Os que nao sao convencidos nao tem certezas, tem algumas duvidas, tem medo dos desafios, vivem um obscuro que nao eh necessario, vivem somente se protegendo, se defendendo, se esquivando, eu nao nasci pra me esquivar, eu nasci pra tomar tapa na cara, eu nasci pra ser espancado, e nasci pra levantar depois de cada espancamento e dizer: "To de pe, e de cabeca erguida, ninguem vai me derrubar!"
Eu sou muito mais eu, perante a mim, maior que eu, somente Deus, mais ninguem. Quer saber, eu vivo, eu respiro, eu ando, corro, grito, luto, apanho... reconheco meus erros, soh nao os exponho, porque erros foram feitos para serem reconhecidos e guardados pra que nao nos deixemos levar e errar novamente no mesmo ponto...
Entao, quer saber? Eu sou o orgulho puro! Eu sou o mais convencido! Eu sou Rodrigo Cesar dos Santos!
Eu me machuco porque eu quero, meio que me humilho porque eu quero e, onde fica o meu valor? Vou dar razao ao meu orgulho, eh tao bom ser egocentrico, tao bom ser orgulhoso, me faz forte, nao que eu use isso pra pisar nas pessoas, mas eu nasci convencido, sou convencido e pessoas convencidas sao melhores, nao por serem convencidas, mas por serem capazes de perceber que elas conseguem realizar, porque batalham...
Os que nao sao convencidos nao tem certezas, tem algumas duvidas, tem medo dos desafios, vivem um obscuro que nao eh necessario, vivem somente se protegendo, se defendendo, se esquivando, eu nao nasci pra me esquivar, eu nasci pra tomar tapa na cara, eu nasci pra ser espancado, e nasci pra levantar depois de cada espancamento e dizer: "To de pe, e de cabeca erguida, ninguem vai me derrubar!"
Eu sou muito mais eu, perante a mim, maior que eu, somente Deus, mais ninguem. Quer saber, eu vivo, eu respiro, eu ando, corro, grito, luto, apanho... reconheco meus erros, soh nao os exponho, porque erros foram feitos para serem reconhecidos e guardados pra que nao nos deixemos levar e errar novamente no mesmo ponto...
Entao, quer saber? Eu sou o orgulho puro! Eu sou o mais convencido! Eu sou Rodrigo Cesar dos Santos!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Sem titulo...
Não sei explicar, só sei que dói, só sei que implica, só sei que não se aplica...
Certas coisas acontecem, outras simplesmente não...
Coisas as quais questionamos, coisas as quais sem certeza vemos acontecer, coisas que ao menos comentamos, vivemos, vivenciamos, outras não...
Fatos revelados, fatos escondidos ou omitidos, ou não...
Qual a força das palavras, o quanto essas podem influenciar na nossa vida, ou não...
Difícil explicar o que acontece comigo, o que estou passando ou sentindo e, também fácil abrir a porta e ver que o abismo está bem na frente, ou não, quem sabe já não estou em queda livre e tento desesperadamente como um filhote de pássaro bater minhas asas para aprender a voar e me libertar do sufoco... ah, não sou um pássaro, não tenho asas, não posso voar... o chão está próximo, cada vez mais perto, cada vez mais evidente de que o impacto será fatal...
Um novo rumo tem que ser tomado ("uma nova estrela, outra direção e esse brilho seguirei ou não..." - Da Melhor Qualidade), uma chance foi negada, uma tentativa de largar o desencontro, de abrir uma nova janela para o desconhecido, de buscar algo que não me pareceu perdido, mas que está aos cacos e sem conserto.
Faço lembranças agora, faço pensamentos, faço questionamentos, será que errei, será que não foi o suficiente, será que todo cuidado tomado foi excessivo, ou não... ou simplemente não houve erro meu, talvez o erro esteja na outra ponta da corda, talvez eu esteja querendo carregar nos ombros um fardo que não me pertence, talvez a cegueira seja meu erro hoje, ou não. Eu sei que não vou tapar o Sol com a peneira, eu sei o quanto eu posso transformar as coisas nas quais eu acredito que podem dar certo, eu sei o tamanho da minha perseverança, eu sei o quanto eu sou capaz, eu confio em mim... e não há nada de errado nisso... então, se realmente existe algo errado, que ele fique bem as claras, que jogue todos os meus sonhos e esperanças fora, que escurrace de vez a face da alegria do meu rosto e que de uma vez por todas sepulte o meu coração despedaçado. Hoje termino assim, depois disso somente Deus que vai trilhar o novo caminho a se seguir...
Certas coisas acontecem, outras simplesmente não...
Coisas as quais questionamos, coisas as quais sem certeza vemos acontecer, coisas que ao menos comentamos, vivemos, vivenciamos, outras não...
Fatos revelados, fatos escondidos ou omitidos, ou não...
Qual a força das palavras, o quanto essas podem influenciar na nossa vida, ou não...
Difícil explicar o que acontece comigo, o que estou passando ou sentindo e, também fácil abrir a porta e ver que o abismo está bem na frente, ou não, quem sabe já não estou em queda livre e tento desesperadamente como um filhote de pássaro bater minhas asas para aprender a voar e me libertar do sufoco... ah, não sou um pássaro, não tenho asas, não posso voar... o chão está próximo, cada vez mais perto, cada vez mais evidente de que o impacto será fatal...
Um novo rumo tem que ser tomado ("uma nova estrela, outra direção e esse brilho seguirei ou não..." - Da Melhor Qualidade), uma chance foi negada, uma tentativa de largar o desencontro, de abrir uma nova janela para o desconhecido, de buscar algo que não me pareceu perdido, mas que está aos cacos e sem conserto.
Faço lembranças agora, faço pensamentos, faço questionamentos, será que errei, será que não foi o suficiente, será que todo cuidado tomado foi excessivo, ou não... ou simplemente não houve erro meu, talvez o erro esteja na outra ponta da corda, talvez eu esteja querendo carregar nos ombros um fardo que não me pertence, talvez a cegueira seja meu erro hoje, ou não. Eu sei que não vou tapar o Sol com a peneira, eu sei o quanto eu posso transformar as coisas nas quais eu acredito que podem dar certo, eu sei o tamanho da minha perseverança, eu sei o quanto eu sou capaz, eu confio em mim... e não há nada de errado nisso... então, se realmente existe algo errado, que ele fique bem as claras, que jogue todos os meus sonhos e esperanças fora, que escurrace de vez a face da alegria do meu rosto e que de uma vez por todas sepulte o meu coração despedaçado. Hoje termino assim, depois disso somente Deus que vai trilhar o novo caminho a se seguir...
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Minha visão sobre saudades...
Saudades, palavra única, sem sinônimos, sem antônimos, sem a descrição certa do sentimento. Saudades, sentimento que vem da alma, que nem sempre nos completa, que faz buscarmos coisas que nos completam, como uma música predileta, aquela que nos faz bem quando escutamos, que nos lembra um momento, que nos lembra uma pessoa, que nos lembra da vida...
A condição da saudade é curiosa, ela trás certas vezes uma sensação de vazio, outras vezes ela nos trás alegria, nos trás saudades, realmente não existem sinônimos para se descrever o real significado da palavra e muito menos o sentimento. Saudade bem que poderia ser como a cachaça, com quase quinhentos sinônimos, de fácil compreensão, fácil de saber de onde vem, fácil de saber qual o cheiro ou o gosto, mais fácil ainda de se saber se queremos sentí-la ou não.
Mas apesar da complexidade do sentimento ela tem uma função perfeita, ela nos motiva. A motivação que a saudade impõe é como a determinação de uma águia quando sai pra caçar, um vôo, uma visão, uma estratégia e o lance, o da águia sempre perfeito, o da saudade sempre uma incógnita. Parafraseando Camões: "Saudade é um fogo que arde sem se ver"; são verdadeiras as palavras, é real o sentimento, é sem descrição, totalmente sem noção, mas rompe barreiras a cada pensar, a cada encontro dos olhos, a cada palavra carinhosa que for dita.
A condição da saudade é curiosa, ela trás certas vezes uma sensação de vazio, outras vezes ela nos trás alegria, nos trás saudades, realmente não existem sinônimos para se descrever o real significado da palavra e muito menos o sentimento. Saudade bem que poderia ser como a cachaça, com quase quinhentos sinônimos, de fácil compreensão, fácil de saber de onde vem, fácil de saber qual o cheiro ou o gosto, mais fácil ainda de se saber se queremos sentí-la ou não.
Mas apesar da complexidade do sentimento ela tem uma função perfeita, ela nos motiva. A motivação que a saudade impõe é como a determinação de uma águia quando sai pra caçar, um vôo, uma visão, uma estratégia e o lance, o da águia sempre perfeito, o da saudade sempre uma incógnita. Parafraseando Camões: "Saudade é um fogo que arde sem se ver"; são verdadeiras as palavras, é real o sentimento, é sem descrição, totalmente sem noção, mas rompe barreiras a cada pensar, a cada encontro dos olhos, a cada palavra carinhosa que for dita.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Aviso aos navegantes...
Quero avisar a todos os navegantes: A embarcação não afundou! Simplesmente ela desatracou do seu cais e se perdeu na imensidão do mar. Eu como capitão solitário da mesma quero deixar claro a todos: Ela voltará! Aos poucos os ventos soprarão a favor da minha vela hasteada e assim que encontrar o rumo certo e a corrente a qual ela pertence, estaremos novamente em terra firme, no porto seguro, no mesmo cais de onde ela se desprendeu...
O tempo necessário para isso é incerto, a quantidade de milhas marítimas a serem percorridas também, mas a capacidade desse capitão solitário em acreditar o quanto ele é corajoso e desbravador irá superar isso tudo e o retorno será evidente.
Pode parecer um sonho muito grande, mas a determinação e o cuidado na viagem serão peças fundamentais para a embarcação superar todas as tempestades e todos os maremotos. Por maiores que possam ser as ondas, por mais fortes que possam ser os ventos, toda cautela será tomada e cada ato terá seu perfeito entendimento, tudo isso visando a mais linda praia que esse navegante que vos escreve já conheceu.
Quando esse mesmo navegante se vir cansado, ele pensará no dia seguinte, pensará no sol de amanhã, aquele sol que brilha de imensa forma, sol que o aquece e que faz dele renovado a cada dia que passa, tornado-o assim mais resistente para encarar qualquer tempestade, qualquer furacão, qualquer maremoto.
Mesmo quando um recife de corais quebrar o casco da embarcação, esse capitão solitário, que é corajoso e perseverante, se jogará ao mar e reparará da forma mais valente e heróica sua embarcação, tudo por um só motivo, o porto seguro que o acolhe e o faz sentir-se feliz.
Todo ato de bravura e coragem tem suas dificuldades, tem suas oscilações, tem suor e lutas, mas a recompensa sempre é grata e sempre é mais válida quando as dificuldades impostas pelos oceanos são superadas.
Avise a todos os navegantes, estou perdido no mar, jogo uma garrafa com esta carta dentro, como numa história de piratas, e as correntes marítimas a levarão a quem quero que escute essas palavras. Digo mais, a viagem pode ser longa, mas não tenho medo do oceano, porque assim que eu alcançar o meu horizonte e nele estiver a minha praia, desfrutar dela será a maior recompensa de toda minha vida de capitão solitário!
O tempo necessário para isso é incerto, a quantidade de milhas marítimas a serem percorridas também, mas a capacidade desse capitão solitário em acreditar o quanto ele é corajoso e desbravador irá superar isso tudo e o retorno será evidente.
Pode parecer um sonho muito grande, mas a determinação e o cuidado na viagem serão peças fundamentais para a embarcação superar todas as tempestades e todos os maremotos. Por maiores que possam ser as ondas, por mais fortes que possam ser os ventos, toda cautela será tomada e cada ato terá seu perfeito entendimento, tudo isso visando a mais linda praia que esse navegante que vos escreve já conheceu.
Quando esse mesmo navegante se vir cansado, ele pensará no dia seguinte, pensará no sol de amanhã, aquele sol que brilha de imensa forma, sol que o aquece e que faz dele renovado a cada dia que passa, tornado-o assim mais resistente para encarar qualquer tempestade, qualquer furacão, qualquer maremoto.
Mesmo quando um recife de corais quebrar o casco da embarcação, esse capitão solitário, que é corajoso e perseverante, se jogará ao mar e reparará da forma mais valente e heróica sua embarcação, tudo por um só motivo, o porto seguro que o acolhe e o faz sentir-se feliz.
Todo ato de bravura e coragem tem suas dificuldades, tem suas oscilações, tem suor e lutas, mas a recompensa sempre é grata e sempre é mais válida quando as dificuldades impostas pelos oceanos são superadas.
Avise a todos os navegantes, estou perdido no mar, jogo uma garrafa com esta carta dentro, como numa história de piratas, e as correntes marítimas a levarão a quem quero que escute essas palavras. Digo mais, a viagem pode ser longa, mas não tenho medo do oceano, porque assim que eu alcançar o meu horizonte e nele estiver a minha praia, desfrutar dela será a maior recompensa de toda minha vida de capitão solitário!
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