Bom, hoje eu vou ser direto... tah rolando uma duvida na cabeca...
o que eu devo fazer, chegar mais uma vez e soltar aquele caminhao de palavras que ambos sabem o que significam e qual o sentido ou me calar e esquecer definitivamente tudo? Me disseram o seguinte hoje: -Se voce acredita, se voce quer, vai atras! Essas palavras ecoam dentro da cabeca, ecoam pelo coracao, ecoam pelo corpo e, a duvida torna-se a maior aliada de tudo... Hoje nao houve despedida, nao houve um tchau, nao houve ate mais... Nem sei quando os meus irao encontrar com os dela novamente, nem sei se isso vai acontecer de novo em vida... Acho que esse ponto foi o que mais me fez pensar em tudo, o que mais me fez me sentir sozinho, o que nao sei por qual motivo ou razao me faz ter saudades...
Meu coracao eh cada vez mais o meu maior traidor, o meu maior inimigo e meu maior guia... Soh que dessa vez a minha razao interfere e nisso fica a duvida de como agir... Tanto que as reticencias abrem espaco cada vez mais, deixando a impressao do vago que sinto...
Complicou, fudeu, ferrou, sei lah qual foi, mas agora realmente a duvida se instalou e, qual caminho seguir para perde-la que vai decidir a traicao do coracao...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
Assim fica difícil!!!
É, parece que não tem jeito, mais uma vez ele se entregou, mais uma vez ele cometeu o crime e foi preso, mas dessa vez, qual foi o motivo do crime? Qual razão se deu pra voltar para prisão e se ver encurralado atrás das grades novamente?
Parece que ele gosta daquele ambiente, parece que aquilo o faz bem, a sociedade lá fora nem se importa com o que acontece com esse infrator, não lhe dá ouvidos, não se comove, não deixa o julgamento para encargo do júri popular...
O criminoso por sua vez, não se redime, não se afasta, procurou sim uma nova atividade no tempo de soltura, encontrou, não se adaptou, viu que não tinha graça, viu que era sem sentido, sem lógica, razão e consciência. Deu no que deu, cometeu seu crime imperfeito e agora paga pelo preço que lhe cabe, paga pelo erro que comete, paga pela dor ao invés da felicidade.
Esse prisioneiro é comum no nosso cotidiano, todos os dias milhões cometem esse crime, vários se dão bem, mas a maioria acaba refém, a maioria paga o preço do crime...
Se meu coração fosse mais forte eu jamais me veria cometendo crimes novamente, jamais seria pego de surpresa com o flagrante nas mãos, jamais reforçaria a ideia de um dia de crime perfeito e sorriso pleno no rosto.
Mas essa é a vida... cada um anda no caminho que escolhe, estão todos os caminhos ali, prontos para serem seguidos, prontos para serem trilhados, prontos para serem desvendados, um passo em falso leva você ao precipício, um passo certo leva você a mais linda paisagem... quando vamos acertar os caminhos corretos e deixar de cometer crimes? Não sei... mesmo porque, essa vida criminosa é muito mais interessante!
Parece que ele gosta daquele ambiente, parece que aquilo o faz bem, a sociedade lá fora nem se importa com o que acontece com esse infrator, não lhe dá ouvidos, não se comove, não deixa o julgamento para encargo do júri popular...
O criminoso por sua vez, não se redime, não se afasta, procurou sim uma nova atividade no tempo de soltura, encontrou, não se adaptou, viu que não tinha graça, viu que era sem sentido, sem lógica, razão e consciência. Deu no que deu, cometeu seu crime imperfeito e agora paga pelo preço que lhe cabe, paga pelo erro que comete, paga pela dor ao invés da felicidade.
Esse prisioneiro é comum no nosso cotidiano, todos os dias milhões cometem esse crime, vários se dão bem, mas a maioria acaba refém, a maioria paga o preço do crime...
Se meu coração fosse mais forte eu jamais me veria cometendo crimes novamente, jamais seria pego de surpresa com o flagrante nas mãos, jamais reforçaria a ideia de um dia de crime perfeito e sorriso pleno no rosto.
Mas essa é a vida... cada um anda no caminho que escolhe, estão todos os caminhos ali, prontos para serem seguidos, prontos para serem trilhados, prontos para serem desvendados, um passo em falso leva você ao precipício, um passo certo leva você a mais linda paisagem... quando vamos acertar os caminhos corretos e deixar de cometer crimes? Não sei... mesmo porque, essa vida criminosa é muito mais interessante!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Vazio
Confesso, me sinto estranho, um vazio imenso me coloca em uma posição de xeque frente a meus sonhos e coisas que determino importantes na minha vida. Uma sensação de vazio que vai se alimentando de um coração feliz, que vai tomando conta de um espaço alegre, de um espaço sonhador.
Algo que parece um cancêr, que aos poucos vai tomando conta de uma felicidade antes vivida, de sonhos que busco e luto por eles, de um olhar que tem como objetivo o sucesso. Estranho, não lembro-me de me sentir assim, algo que consome o brilho da minha alma, que se manifesta amargamente e que faz de toda alegria um sentimenso obscuro, onde a solidão parece a única coisa que me resta.
Talvez seja esse problema, a solidão, meu maior medo... talvez por ter tanto medo dela, acabo atraindo-a para perto de mim e, cada vez mais, não sei como lidar com essa situação. Está difícil suportar, está difícil encarar a realidade, está difícil aceitar o que acontece, e sei porque é tão difícil, porque eu sonho, e talvez eu sonhe demais e acabo acreditando que as pessoas sonham juntamente comigo, por isso tanta desilusão, por isso tantas coisas que não encaixam, por isso um coração aberto...
Eu queria um dia dormir e só acordar quando tudo estivesse bem, não por covardia, não por medo de encarar as dificuldades e bater de frente com todos os obstáculos impostos, mas sim por não mais aguentar a agonia que cada vez mais acaba com o meu coração, que cada vez mais toma conta de um ser que só quer ser feliz, que cada vez mais sonha com um futuro brilhante.
Eu não sei o que vai ser das pessoas, não sei quais serão as providencias ou atitudes a serem tomadas, só sei que uma dor imensa toma conta e suportá-la torna-se cada vez mais difícil, cada vez mais dolorido...
Algo que parece um cancêr, que aos poucos vai tomando conta de uma felicidade antes vivida, de sonhos que busco e luto por eles, de um olhar que tem como objetivo o sucesso. Estranho, não lembro-me de me sentir assim, algo que consome o brilho da minha alma, que se manifesta amargamente e que faz de toda alegria um sentimenso obscuro, onde a solidão parece a única coisa que me resta.
Talvez seja esse problema, a solidão, meu maior medo... talvez por ter tanto medo dela, acabo atraindo-a para perto de mim e, cada vez mais, não sei como lidar com essa situação. Está difícil suportar, está difícil encarar a realidade, está difícil aceitar o que acontece, e sei porque é tão difícil, porque eu sonho, e talvez eu sonhe demais e acabo acreditando que as pessoas sonham juntamente comigo, por isso tanta desilusão, por isso tantas coisas que não encaixam, por isso um coração aberto...
Eu queria um dia dormir e só acordar quando tudo estivesse bem, não por covardia, não por medo de encarar as dificuldades e bater de frente com todos os obstáculos impostos, mas sim por não mais aguentar a agonia que cada vez mais acaba com o meu coração, que cada vez mais toma conta de um ser que só quer ser feliz, que cada vez mais sonha com um futuro brilhante.
Eu não sei o que vai ser das pessoas, não sei quais serão as providencias ou atitudes a serem tomadas, só sei que uma dor imensa toma conta e suportá-la torna-se cada vez mais difícil, cada vez mais dolorido...
Funciona mais ou menos assim...
O carnaval, festa popular, pessoas alegres, corações a mil, diversão, farra, brincadeiras... mas, no outro lado da moeda, a escola. Aquela que teve o prestígio diminuído, aquela em que seu poeta calou-se, aquela em que a ala das baianas desfilou incompleta, onde a alegoria no final da avenida transformou-se em prantos, onde no sorriso daquela criança inocente, que com amor cantava o enredo de tanta magia, escondeu-se atrás de uma expressão de dor...
O que dizer agora para o meu público? O que dizer à minha escola? O que dizer ao meu poeta maior e aos meus percusionistas? O grito da desclassificação, onde o erro jamais foi apontado, onde o público que fazia festa na arquibancada, calou-se diante o júri, que sem pensar em quantos sorrisos ele poderia desfazer, rebaixou minha escola se mais, nem porque...
Meu mestre-sala abandonou o posto, minha porta-standart, sumiu sem dar explicações, fui largado com o samba dolente, que encantou multidões nos ensaios, que fez sorrir o poeta que o compôs, mas que não fez sorrir aqueles que deveriam, não fez sorrir o jurado principal, aquele jurado que junto comigo criou alguns sambas-enredo, aquele que certa vez me olhou como campeão e, sem enfatizar o porque, deixou minha escola na mão.
Hoje a minha escola encontrou um poeta novato, algo novo na praça, algo diferente, e até surgiu-se alguns trechos para uma poesia, mas logo percebeu-se que o enredo não é o mesmo, que o dó maior, comum de tantos outros poetas, ficava praticamente sem som, lembrando-se do tom afinado e requintado do fá menor de outro poeta que por essa compunha...
Aquele cavaco, em perfeita harmonia com violões, ganzás, tamborins e repiliques, marcados pelo som forte dos surdos, carregados pela dança magica da minha comissão de frente e, acompanhados em aplausos frenéticos e contagiantes da arquibancada, representando a comunidade orgulhosa, que tanto torce por minha escola, virou um triste carnaval...
Eu, agora, não lamento a derrota, não lamento a decepção, somente
O que dizer agora para o meu público? O que dizer à minha escola? O que dizer ao meu poeta maior e aos meus percusionistas? O grito da desclassificação, onde o erro jamais foi apontado, onde o público que fazia festa na arquibancada, calou-se diante o júri, que sem pensar em quantos sorrisos ele poderia desfazer, rebaixou minha escola se mais, nem porque...
Meu mestre-sala abandonou o posto, minha porta-standart, sumiu sem dar explicações, fui largado com o samba dolente, que encantou multidões nos ensaios, que fez sorrir o poeta que o compôs, mas que não fez sorrir aqueles que deveriam, não fez sorrir o jurado principal, aquele jurado que junto comigo criou alguns sambas-enredo, aquele que certa vez me olhou como campeão e, sem enfatizar o porque, deixou minha escola na mão.
Hoje a minha escola encontrou um poeta novato, algo novo na praça, algo diferente, e até surgiu-se alguns trechos para uma poesia, mas logo percebeu-se que o enredo não é o mesmo, que o dó maior, comum de tantos outros poetas, ficava praticamente sem som, lembrando-se do tom afinado e requintado do fá menor de outro poeta que por essa compunha...
Aquele cavaco, em perfeita harmonia com violões, ganzás, tamborins e repiliques, marcados pelo som forte dos surdos, carregados pela dança magica da minha comissão de frente e, acompanhados em aplausos frenéticos e contagiantes da arquibancada, representando a comunidade orgulhosa, que tanto torce por minha escola, virou um triste carnaval...
Eu, agora, não lamento a derrota, não lamento a decepção, somente
sábado, 5 de dezembro de 2009
o sonho, o verdadeiro sonho
Todos os dias as pessoas acordam, levantam, fazem suas obrigações, deveres, tarefas e seguem suas vidas sonhando sempre no melhor para elas, mas será que realmente pensamos no melhor para nós mesmos? Será que alguns erros nesse caminho não são cometidos e, algumas vezes são deixadas de lado coisas que podem nos fazer falta no dia de amanhã?
Pare pra pensar, será que vale a pena tanto esforço no trabalho em busca de algumas horas extras só pra ter alguns trocados a mais no fim do mês e com isso deixar de lado alguns amigos, pessoas que gostamos, muitas vezes nossa própria família...
Qual o verdadeiro sonho das pessoas? Ser rico, bem-sucedido, chegar a um cargo importante? Esses são os sonhos a serem priorizados? Esse é o motivo pelo qual vivemos? Sinceramente, se for pra viver em busca disso prefiro nem viver...
Eu realmente busco um sonho em minha vida, um sonho que está acima de qualquer dinheiro, acima de qualquer cargo de presidente, acima de qualquer capa de jornal, revista ou até mesmo entrevista na televisão. O sonho de ter o que até hoje eu não consegui, de uma família, de uma base, com amor, de carinho intenso, do verdadeiro, do real, do palpável, do sentimento.
Sonho de chegar aos últimos dias de minha vida e dizer: -Eu sou feliz por tudo que criei, por tudo que construi, e digo mais, por mais que eu não tenha bem material nenhum, eu tenho família, pessoas que me amam, pessoas que seguiram meus passos e meus valores, que são exemplo pra mim e pra qualquer outra pessoa que possa aparecer no caminho delas.
Isso sim é sonhar alto, sonhar lindo, acordar feliz!!! Eu não preciso de várias casas numéricas para ser feliz, só preciso de uma família, só preciso passar para frente o que eu aprendi, e desse sonho eu jamais vou me desprender!!!
Pare pra pensar, será que vale a pena tanto esforço no trabalho em busca de algumas horas extras só pra ter alguns trocados a mais no fim do mês e com isso deixar de lado alguns amigos, pessoas que gostamos, muitas vezes nossa própria família...
Qual o verdadeiro sonho das pessoas? Ser rico, bem-sucedido, chegar a um cargo importante? Esses são os sonhos a serem priorizados? Esse é o motivo pelo qual vivemos? Sinceramente, se for pra viver em busca disso prefiro nem viver...
Eu realmente busco um sonho em minha vida, um sonho que está acima de qualquer dinheiro, acima de qualquer cargo de presidente, acima de qualquer capa de jornal, revista ou até mesmo entrevista na televisão. O sonho de ter o que até hoje eu não consegui, de uma família, de uma base, com amor, de carinho intenso, do verdadeiro, do real, do palpável, do sentimento.
Sonho de chegar aos últimos dias de minha vida e dizer: -Eu sou feliz por tudo que criei, por tudo que construi, e digo mais, por mais que eu não tenha bem material nenhum, eu tenho família, pessoas que me amam, pessoas que seguiram meus passos e meus valores, que são exemplo pra mim e pra qualquer outra pessoa que possa aparecer no caminho delas.
Isso sim é sonhar alto, sonhar lindo, acordar feliz!!! Eu não preciso de várias casas numéricas para ser feliz, só preciso de uma família, só preciso passar para frente o que eu aprendi, e desse sonho eu jamais vou me desprender!!!
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