É, parece que não tem jeito, mais uma vez ele se entregou, mais uma vez ele cometeu o crime e foi preso, mas dessa vez, qual foi o motivo do crime? Qual razão se deu pra voltar para prisão e se ver encurralado atrás das grades novamente?
Parece que ele gosta daquele ambiente, parece que aquilo o faz bem, a sociedade lá fora nem se importa com o que acontece com esse infrator, não lhe dá ouvidos, não se comove, não deixa o julgamento para encargo do júri popular...
O criminoso por sua vez, não se redime, não se afasta, procurou sim uma nova atividade no tempo de soltura, encontrou, não se adaptou, viu que não tinha graça, viu que era sem sentido, sem lógica, razão e consciência. Deu no que deu, cometeu seu crime imperfeito e agora paga pelo preço que lhe cabe, paga pelo erro que comete, paga pela dor ao invés da felicidade.
Esse prisioneiro é comum no nosso cotidiano, todos os dias milhões cometem esse crime, vários se dão bem, mas a maioria acaba refém, a maioria paga o preço do crime...
Se meu coração fosse mais forte eu jamais me veria cometendo crimes novamente, jamais seria pego de surpresa com o flagrante nas mãos, jamais reforçaria a ideia de um dia de crime perfeito e sorriso pleno no rosto.
Mas essa é a vida... cada um anda no caminho que escolhe, estão todos os caminhos ali, prontos para serem seguidos, prontos para serem trilhados, prontos para serem desvendados, um passo em falso leva você ao precipício, um passo certo leva você a mais linda paisagem... quando vamos acertar os caminhos corretos e deixar de cometer crimes? Não sei... mesmo porque, essa vida criminosa é muito mais interessante!
sábado, 12 de dezembro de 2009
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